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Filme chinês: Nenhum um a menos

Redatora: Sandra Moreira

Sem Título

(Fonte da imagem)

Em 1999, o realizador chinês, Zhan Yimou, estreava Nenhum a menos (YI GE DOU BU NEN SHAO), um filme, baseado numa história verídica, que nos revela o valor da educação nas nossas vidas e, ao mesmo tempo, faz um retrato de uma China rural, na qual as precárias condições de ensino e as dificuldades económicas de muitas famílias conduz ao abandono escolar.

A narrativa segue uma menina de 13 anos, Wei Minzhi, que é contratada pelo chefe da aldeia para substituir o professor Gao durante o mês em que se tem de ausentar da escola por motivos familiares. Sem experiência e sem ter terminado o ensino básico, Wei Minzhi torna-se a nova professora da escola primária da humilde aldeia de Shuiquan.  O professor Gao antes de partir adverte a Wei que não deixe nenhum aluno abandonar a escola: “Nenhum a menos”.  No entanto, Mei acaba por perder dois dos seus alunos. Apesar dos seus esforços para evitar perder os seus alunos, uma das suas alunas é transferida para uma escola de atletismo, enquanto que outro dos alunos, Zhang Huike, é enviado para a cidade para trabalhar, de modo a ajudar a pagar as dívidas da sua família.

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Chegou o ano do cão em 2018: comemorações do Ano Novo Chinês em Lisboa

Este ano é o ano do cão. Tem o começo oficial a 16 de fevereiro, mas a festa de comemorações já começou na zona do Martim Moniz. A festa é oriental, mas os ocidentais também celebram aquele que é um ano repleto de prosperidade. Lisboa não fica fora do plano e quer começar já a dar um pé de dança a partir de 10 de fevereiro.

A comunidade chinesa assinala a sua principal festa, o ano novo chinês tradicional, equivalente ao Natal ocidental, que é também o período da reunião familiar, com um jantar abundante numa mesa redonda. E se tivessem na China, seria uma semana de animação com o fogo-de-artifício, e muitos viajam (para voltar à terra natal ou festejar o ano novo durante viagem), o que leva a um período de maior movimentação mundial.

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