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Investimento Chinês em Portugal superior a 9 mil milhões de euros em 2018

Em 2018, o investimento chinês em Portugal ultrapassou os 9 mil milhões de euros. Este investimento abrange vários setores desde da energia, finanças, seguros, telecomunicação, obras hídricas, saúde, design e engenharia, arquitetura, aquicultura, restauração, entre outros. 

Cai Run, Embaixador da República Popular da China em Portugal, disse também numa entrevista ao jornal Diário de Notícias que a China tornou-se o quinto maior investidor estrangeiro em Portugal, uma vez que as empresas com capital chinês criaram 42 mil postos de emprego locais. Nessa entrevista, Cai Run mencionou também o investimento nas empresas finaneiras, no valor de 3,2 mil milhões de euros, a COFCO International, que inaugurou o Centro de Serviços Partilhados em Matosinhos, e a Huawei, cujo valor de investimento ultrapassou os 200 milhões de dólares. Cai Run destacou também que as empresas chinesas estão ativas nas cooperações trilaterais, sendo Portugal um ponto de ligação entre a Europa, América Latina e África. 

Para mais informações, consulte aqui.

Eleições para o Comissão Eleitoral do Chefe do Executivo (CECE) de Macau

Decorreu, neste domingo, a eleição para o Comissão Eleitoral do Chefe do Executivo(CECE), que irá eleger o próximo Chefe do Executivo de Macau a 25 de Agosto. O CECE é composto por 400 membros provenientes de vários setores, sendo que 344 membros foram escolhidos nestas eleições de um total de 350 admitidos às eleições, segundo um comunicado da Comissão de Assuntos Eleitorais do Chefe do Executivo (CAECE). Os restantos membros serão selecionados entre os membros da Assembleia Legislativa de Macau, representantes de Macau para a Assembleia Popular Nacional e membros do Comitê Nacional da Conferência Consultiva Política do Povo Chinês, membros do órgão municipal, e representantes do setor religioso. 

A taxa de votação foi de 87,2%, mais elevada do que a registada em 2014 por 4,51%, para mais informações aqui.

Opinião de Paulo Duarte sobre o Massacre de Tiananmen

Partilhamos aqui a entrevista dada por Paulo Duarte (associado do Observatório da China9 no programa 360, da RTP, no passado dia 4 de junho de 2019, acerca do Massacre de Tiananmen:

Assista aqui (minuto 54)

Ana Lourenço (AL): Três décadas depois do que se passou na praça de Tiananmen, para a maioria dos jovens chineses este é um não assunto. O que é que tem contribuído para que a memória se apague?

Paulo Duarte (PD): É não haver memória justamente. Tudo isto está ligado a uma amnésia cultural. Não se fala, na China, das atrocidades de Mao, Mao Tsé-Tung, como também não se fala deste acontecimento de Tiananmen, como também não se fala, aliás, do que se passa no Xinjiang e não digo só nada China... Nós hoje, é difícil, é difícil um chines criticar, senão mesmo diria quase impossível, tirando Hong Kong, mas Hong Kong é uma região administrativa especial da China. Mas mesmos os chineses que vivem no estrangeiro e não só, os próprios ocidentais, hoje pensam duas vezes antes de criticar a China. Porquê? Porque há muitas pressões económicas e a China é um actor de peso na esfera internacional e, portanto, os parceiros ocidentais sabem que qualquer palavra mal medida contra a China pode significar muitos milhões de euros, de dólares, num qualquer investimento com a China.

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