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Pequim anuncia "restrições recíprocas" a diplomatas dos EUA na China.

"Para exigir que os Estados Unidos revertam as suas decisões erradas, o mais depressa possível, a China enviou uma nota diplomática anunciando restrições recíprocas", diz uma mensagem hoje divulgada pelo Ministério dos Negócios Estrangeiros chinês.

Em 03 de setembro, o secretário de Estado norte-americano, Mike Pompeo, anunciou uma série de novas restrições à atividade diplomática chinesa no país, agravando ainda mais as graves tensões entre as duas potências mundiais, cujas relações começaram a deteriorar-se com o início do a guerra comercial que travam desde março de 2018.

Embora não especifique as medidas recíprocas hoje anunciadas, a diplomacia chinesa lembra que tanto a embaixada norte-americana como todos os consulados - incluindo o da região de Hong Kong - bem como seus funcionários, serão afetados por esta medida.

"As medidas são a resposta legítima e necessária da China às iniciativas erradas dos Estados Unidos", acrescenta o documento, que indica que essas restrições serão canceladas se Washington tiver o mesmo comportamento com os diplomatas chineses nos EUA.

De acordo com Pequim, as mais recentes limitações diplomáticas anunciadas pelo Governo do Presidente Donald Trump "violam gravemente as leis internacionais e as regras básicas que regem as relações internacionais e perturbam as relações entre a China e os Estados Unidos".

 

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