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China condena ataques do Governo norte-americano ao Instituto Confúcio.

A administração de Donald Trump pediu na semana passada às escolas e universidades que repensem os seus laços com os institutos, associando-os à “influência maligna” da China.

O porta-voz do Ministério dos Negócios Estrangeiros da China, Zhao Lijian, contestou as críticas de Washington e acusou o secretário de Estado norte-americano, Mike Pompeo, e os políticos norte-americanos de agirem com base em “preconceito ideológico e interesses políticos pessoais, minando deliberadamente os intercâmbios na cultura e no ensino e a cooperação entre os dois países”.

Os políticos norte-americanos deveriam “abandonar a mentalidade da Guerra Fria e o pensamento dos vencedores e vencidos (…) e parar de politizar programas relacionados com o intercâmbio no ensino”, disse Zhao.

Em conferência de imprensa, o porta-voz acusou Washington de “obstruir os intercâmbios culturais entre os dois lados e prejudicar a confiança mútua e a cooperação entre a China e os EUA”.

Os Institutos Confúcio estabelecem operação diretamente nas escolas e ‘campus’ universitários. Em Portugal, o Instituto Confúcio, garante cursos livres de mandarim em cinco universidades portuguesas – Porto, Aveiro, Coimbra, Lisboa e Minho.

Numa carta enviada às universidades e funcionários públicos do ensino, o Departamento de Estado e o Departamento de Educação disseram que o programa dá ao Partido Comunista da China uma posição no território norte-americano e ameaça a liberdade de expressão.

Os estabelecimentos de ensino foram aconselhados a examinarem as atividades do programa e a “tomarem medidas para protegerem os seus ambientes de ensino”.

Mais de 60 universidades norte-americanas hospedam Institutos Confúcio por meio de parcerias com o Hanban, que está sob tutela do Ministério de Educação da China.

A China fornece professores e livros didáticos e normalmente divide os custos dos programas com a universidade.

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