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EUA aprovam venda de quatro 'drones' a Taiwan por tensões com a China.

De acordo com um comunicado do Departamento de Estado, citado pela agência France-Presse (AFP), se a venda se concretizar, Taiwan poderá "modernizar as suas Forças Armadas" e conseguirá manter as "capacidades de defesa".

Esta é a terceira grande venda de armas para Taiwan que o executivo liderado pelo republicano Donald Trump aprova em menos de três semanas, cujo valor total de aquisição de armamento possível ascende aos 4,8 mil milhões de dólares (mais de quatro mil milhões de euros).

Esta última tranche inclui, além dos quatro drones, duas estações fixas para controlar os equipamentos a partir do solo e duas outras estações móveis, sistemas de mira, radares e sistemas de imagem destinados a missões de reconhecimento.

A beneficiário deste contrato é o grupo de defesa norte-americano General Atomics.

Washington cortou as relações diplomáticas com Taipei em 1979, mas os Estados Unidos aprovaram uma lei no mesmo ano que dizia que deveriam ajudar Taiwan a se defender em caso de conflito.

A China prometeu, em 27 de outubro, uma retaliação "legítima e necessária" para "proteger a sua soberania e interesses de segurança", depois de Washington ter anunciado a venda de 100 sistemas de defesa marítima Harpoon e 400 mísseis a Taiwan.

"A China insta os Estados Unidos a cessarem todas as suas vendas de armas a Taiwan. Reservamo-nos o direito de adotar retaliações legítimas e necessárias, para proteger a nossa soberania e interesses de segurança", disse o porta-voz do Ministério dos Negócios Estrangeiros, Wang Wenbin.

O Governo de Donald Trump notificou o Congresso dos Estados Unidos sobre esta venda - que inclui 400 mísseis de superfície RGM-84L-4 Harpoon Block II - para aprovação.

O negócio está avaliado em 2,37 mil milhões dólares (2 mil milhões de euros).

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