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Plano de Biden vê China como ameaça e cria subsídios à produção americana.

Num texto que detalha partes de seu plano de governo na área externa, o democrata Joe Biden cita quase 30 vezes a China e afirma que vai garantir um futuro feito em toda a América e por todos os trabalhadores americanos.

Ele propõe seis linhas de ação para recuperar a manufatura e a inovação americanas, com propostas que incluem concessões de subsídios, exigência de conteúdo nacional e transferências de fábricas para os EUA.

A proposta é vista por analistas como uma tentativa de rivalizar com o discurso do presidente Donald Trump, mas sem grandes efeitos práticos e de difícil implementação —mas está no texto.

Em relação à China, é esperada uma relação mais estável e diplomática com o concorrente asiático, mas sem deixar de lado a disputa que já se desenhava em governos anteriores e deve se acirrar nos próximos anos, em especial, na área de alta tecnologia.

Após a posse, o mais importante será acompanhar como essas e outras políticas na área econômica irão contribuir —ou não— para uma recuperação mais rápida da economia mundial e para uma desvalorização do dólar frente a moedas de países emergentes.

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