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EUA e Tiktok seguem longe de acordo, diz fonte.

O aplicativo de vídeos TikTok e o governo de Donald Trump não chegaram a um acordo sobre a venda das operações da empresa nos Estados Unidos na noite desta sexta-feira (4), poucas horas antes do prazo dado para que um negócio seja feito, disse uma fonte próxima ao caso.

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O Comitê de Investimentos Estrangeiros deu à controladora do TikTok, a ByteDance, com sede na China, até a meia-noite desta sexta-feira para chegar a um acordo aceitável que levaria os ativos da TikTok a serem transferidos para os Estados Unidos.

As conversas entre o TikTok e os negociadores do governo continuarão mesmo depois que o prazo terminar, e os usuários locais do popular aplicativo poderão mantê-lo em seus telefones, disse a fonte. 

Em agosto, o presidente Donald Trump anunciou que tomaria medidas contra o TikTok e outros apps chineses noa Estados Unidos. A principal razão apontada para as restrições está na tensão política com a China — levantando suspeitas sem provas de que o aplicativo estaria compartilhando dados com Pequim para fins de espionagem. 

No mês seguinte, veio a decisão: ou a empresa vendia sua operação para uma controladora local, ou teria suas operações encerradas no país. A partir daí, a Bytedance começou conversas para vender o braço norte-americano a empresas locais, a fim de continuar operando nos EUA. 

As principais empresas interessadas foram Microsoft e Oracle, sendo esta última a vencedora da disputa. Em novembro, a companhia anunciou que será a “provedora oficial da tecnologia chinesa nos Estados Unidos”. 

Com a confirmação, o secretário do Tesouro dos Estados Unidos, Steven Mnuchin, disse que o governo Trump recebeu a proposta da empresa e que ela seria analisada. “Temos muita confiança na Microsoft e na Oracle, eles (a ByteDance) escolheram a Oracle. Vamos analisar com equipes técnicas deles e nossas para ver se eles podem cumprir as garantias” para manter os dados de telefones norte-americanos seguros, Mnuchin disse à emissora de televisão CNBC.

Enquanto o órgão ainda não chega a uma decisão final, o aplicativo continua operando normalmente no país. Inicialmente, o prazo para o Tiktok continuar operando nos Estados Unidos era o mês de novembro, porém, um tribunal da Filadélfia conseguiu prorrogar o prazo, garantindo que gigantes de tecnologia como a Apple não precisassem remover o app de seus sistemas.

Manter os Estados Unidos como um público-alvo para o aplicativo faz sentido. Hoje, a influenciadora com a maior conta em volume de seguidores é a norte-americana Charli D’Amelio, com 100 milhões de seguidores.

 

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Em agosto, o presidente Donald Trump anunciou que tomaria medidas contra o TikTok e outros apps chineses noa Estados Unidos. A principal razão apontada para as restrições está na tensão política com a China — levantando suspeitas sem provas de que o aplicativo estaria compartilhando dados com Pequim para fins de espionagem.

No mês seguinte, veio a decisão: ou a empresa vendia sua operação para uma controladora local, ou teria suas operações encerradas no país. A partir daí, a Bytedance começou conversas para vender o braço norte-americano a empresas locais, a fim de continuar operando nos EUA.

As principais empresas interessadas foram Microsoft Oracle, sendo esta última a vencedora da disputa. Em novembro, a companhia anunciou que será a “provedora oficial da tecnologia chinesa nos Estados Unidos”.

Com a confirmação, o secretário do Tesouro dos Estados Unidos, Steven Mnuchin, disse que o governo Trump recebeu a proposta da empresa e que ela seria analisada. “Temos muita confiança na Microsoft e na Oracle, eles (a ByteDance) escolheram a Oracle. Vamos analisar com equipes técnicas deles e nossas para ver se eles podem cumprir as garantias” para manter os dados de telefones norte-americanos seguros, Mnuchin disse à emissora de televisão CNBC.

Enquanto o órgão ainda não chega a uma decisão final, o aplicativo continua operando normalmente no país. Inicialmente, o prazo para o Tiktok continuar operando nos Estados Unidos era o mês de novembro, porém, um tribunal da Filadélfia conseguiu prorrogar o prazo, garantindo que gigantes de tecnologia como a Apple não precisassem remover o app de seus sistemas.

Manter os Estados Unidos como um público-alvo para o aplicativo faz sentido. Hoje, a influenciadora com a maior conta em volume de seguidores é a norte-americana Charli D’Amelio, com 100 milhões de seguidores.