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Vendas de automóveis na China crescem 16,4% em julho.

Nos primeiros sete meses do ano, as vendas de veículos de passageiros caíram 18,4%, em relação ao mesmo período do ano anterior, já que muitas cidades na China adotaram estritas medidas de distanciamento social, durante o primeiro trimestre, para combater a epidemia do novo Coronavírus. 

A procura já estava em declínio antes de a epidemia atingir a China: Em 2019, as vendas de automóveis caíram pelo segundo ano consecutivo na China, à medida que a guerra comercial com Washington e a desaceleração da economia chinesa afetaram a confiança dos consumidores. 

No entanto, os clientes parecem ter voltado às concessionárias.

A contração do mercado chinês prejudicou as fabricantes globais, cujo aumento das receitas depende do mercado chinês, face a crescimentos anémicos nos Estados Unidos e na Europa.

A procura por veículos elétricos, uma das grandes apostas das marcas globais para o mercado chinês, enfraqueceu no ano passado, depois de Pequim ter reduzido os subsídios que ajudaram a transformar a China no maior mercado do setor, respondendo por metade das vendas globais.

Mas, em julho, as vendas de veículos híbridos e elétricos recuperaram, com um aumento de 19,3%, para 98.000 unidades.

No conjunto dos primeiros sete meses do ano as vendas caíram 32,8%, para 486 mil unidades.

 

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