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Setor bancário da China busca proteger a economia real de choques.

O lucro líquido dos bancos comerciais da China despencou no primeiro semestre de 2020, uma queda incomum que analistas dizem que ecoou os esforços do país para usar instrumentos financeiros para sustentar a economia real em meio à crescente pressão devido ao COVID-19.

No período de janeiro a junho, os bancos comerciais do país viram o lucro líquido cair 9,4% ano a ano, para 1 trilhão de yuans (cerca de 144,93 bilhões de dólares), com retorno médio sobre os ativos de 0,83%, queda de 0,15 ponto percentual em relação ao final do primeiro trimestre, dados da Comissão Reguladora de Bancos e Seguros da China (CBIRC) mostraram.

"É muito raro nos últimos anos", disse Dong Ximiao, pesquisador do Instituto Nacional de Finanças e Desenvolvimento. "Mas a queda não foi devido ao agravamento da capacidade operacional dos bancos comerciais, mas sim ao resultado da intensificação do esforço de divisão dos lucros com a economia real."

Enquanto a epidemia continuava pesando sobre a segunda maior economia do mundo, a China tomou uma série de medidas para reduzir os custos de financiamento para empresas na economia real e ajudá-las a superar as dificuldades.

No primeiro semestre, os novos empréstimos denominados em yuans do país aumentaram para 12,09 trilhões de yuans, 2,42 trilhões de yuans a mais de um ano, mostraram dados oficiais.

 

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