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Marxismo seguirá como base da economia chinesa, diz Xi Jinping.

É possível a China seguir com essa dualidade num mundo cada vez mais polarizado com os Estados Unidos e com a necessidade de reinventar a economia mais uma vez — passando da produção massiva com foco na exportação para um regime centrado no consumo interno? Para o presidente chinês Xi Jinping, a resposta é um sonoro “sim”. Xi Jinping afirmou que o marxismo seguirá norteando a política econômica do país.

“A fundação da política econômica da China só pode ser a política econômica marxista”, afirmou. Para quem esperava uma mudança, na postura, Xi, que também é secretário geral do partido comunista, dobrou a aposta na estratégia das últimas décadas. Para ele, o sistema socialista com características chinesas é um pilar da política econômica do país que não somente levou a desenvolvimento econômico como consolidou a posição do partido.

O presidente chinês negou que a política marxista possa estar atrasada, e disse que ela permitia que os mercados tenham um papel decisivo na alocação de recursos mas também garante o controle do governo.

A China, segundo seu presidente, não deve buscar copiar ideologias ocidentais ou seu sistema capitalista. Para ele, muitos países capitalistas sofreram com crises, desemprego, polarização crescente e crescentes conflitos sociais.

“A China deve apoiar e desenvolver sua economia de controle público, enquanto apoia outros tipos de propriedade”, afirmou. “A posição dominante do controle público não pode ser mexida, e a liderança da economia de controle estatal não pode ser mexida”.

 

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