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Possível escassez de milho gera preocupação com segurança alimentar na China.

Preços do milho em alta estão gerando temores sobre a segurança alimentar na China, onde a inflação dos alimentos subiu para o maior patamar em mais de uma década, e o presidente Xi Jinping fez recentemente um apelo pelo fim do desperdício.

Os preços do milho – essencial para os gigantes setores de suínos, laticínios e aves da China – subiram à medida que o país se encaminha para a primeira escassez de milho em anos, na safra 2020/21, que começa em outubro e pode enfrentar um déficit de 30 milhões de toneladas, cerca de 10% da safra total, disseram analistas e operadores de mercado.

Isso provavelmente seria positivo para grandes exportadores, como Estados Unidos, Brasil e Ucrânia, mas ameaça pressionar os preços globais e ter um impacto direto em outros setores, à medida que os consumidores de milho passam a usar outros grãos.

A China espera uma safra abundante de milho em 2020/21, de cerca de 266,5 milhões de toneladas, mas ainda não suficiente para atender à demanda, segundo o Ministério da Agricultura, que projeta estoques ao final do ano negativos em 16,7 milhões de toneladas.

 

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