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China suspendeu restrições a investimento estrangeiro no setor energético.

O documento, publicado hoje pelo Conselho de Estado chinês e intitulado "Energia na Nova Era da China", também garante que as restrições foram levantadas no setor da energia renovável, apontando como exemplo a fábrica, em Xangai, do fabricante norte-americano de carros elétricos Tesla.

"A China está comprometida com um mercado de energia global estável e está a abrir os seus setores de energia ao resto do mundo. Facilitou muito o acesso ao mercado de investimento estrangeiro e construiu (...) um ambiente de negócios com base no respeito pelo Estado de direito e facilitação do livre comércio e investimentos", lê-se no documento.

De acordo com o Conselho de Estado, empresas multinacionais de energia como a ExxonMobil ou a BP estão a "expandir os seus investimentos na China de forma constante".

Desde o estabelecimento, em 2018, de uma "lista negativa", que especifica os setores onde o capital estrangeiro é interditado, estes limites foram reduzidos ou eliminados em atividades como a construção, operação de redes elétricas ou a exploração e aproveitamento de petróleo bruto e gás natural.

O documento também menciona objetivos de sustentabilidade, destacando que o consumo de energia por unidade do PIB caiu 24,4%, desde 2012, e que a participação do carvão no consumo total de energia caiu 10,8%, desde aquele ano, embora continue a ser a principal fonte de energia da China.

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