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Leilão do 5G no Brasil é novo capítulo da guerra fria do século XXI entre China e Estados Unidos.

O Brasil está no centro da guerra fria do século XXI com o cobiçado leilão para ocupar a nova frequência celular a ser aberta no país, o 5G. A disputa por uma nova banda de comunicação no mercado tecnológico tem as duas nações mais ricas do mundo em posições de confronto: os Estados Unidos e a China. Em jogo, um mercado que pode atrair até 180 bilhões de reais em investimentos para o Brasil, país que tem mais celulares que habitantes —são 225,3 milhões de aparelhos para 209,5 milhões de pessoas.

No coração dessa concorrência estão a chinesa Huawei e companhias que não são americanas, mas que contam com a simpatia e, em alguns casos, com a promessa de financiamento do Governo Donald Trump. É o caso da sueca Ericsson, a finlandesa Nokia e a sul coreana Samsung. Elas, assim como a Huawei, são fornecedoras de equipamentos e serviços para companhias como Vivo, Claro, Tim, Oi e Algar. Esse quinteto, conforme informações do mercado e de técnicos do Governo Jair Bolsonaro, demonstrou interesse em estar no leilão. Atualmente, elas atuam nas redes 3G e 4G.

 

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