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Xi explica papel da ONU na era pós-COVID e se opõe ao unilateralismo.

O presidente chinês, Xi Jinping, compartilhou na segunda-feira seus pensamentos sobre o papel da Organização das Nações Unidas (ONU) na era pós-COVID, se opondo ao unilateralismo, à intimidação ou a qualquer país que atue como o "chefe do mundo". Xi fez os comentários em uma reunião de alto nível para comemorar o 75° aniversário da ONU.

Destacando que a ONU deve defender firmemente a justiça, Xi disse que nenhum país tem o direito de dominar os assuntos internacionais, controlar o destino dos outros, ou manter todas as vantagens de desenvolvimento para si próprio. "Menos ainda deve ser permitido que ele faça o que deseja e seja hegemônico, intimidador ou chefe do mundo," disse Xi.

Xi disse que é imperativo que a representatividade e a voz dos países em desenvolvimento sejam aumentadas para que a ONU possa ser mais equilibrada na reflexão dos interesses e vontades da maioria dos países no mundo.

Enfatizando que a ONU deve defender o Estado de direito, Xi disse que as relações entre os países e a coordenação de seus interesses devem se basear apenas em normas e instituições.

"Não devem ser governados por aqueles que mostram o punho para os outros", disse Xi.

Os países grandes devem dar o exemplo na defesa e salvaguarda do Estado de direito internacional e no cumprimento de suas promessas, acrescentou.

"Não deve haver prática de excepcionalismo nem padrão duplo. Não podem ser distorcidos ou usados os direitos internacionais como um pretexto para prejudicar os direitos e interesses legítimos de outros países ou a paz e a estabilidade do mundo", indicou Xi.

O presidente chinês disse que a ONU deve promover a cooperação, assinalando que "a mentalidade da Guerra Fria, as linhas ideológicas ou jogos de soma zero não são soluções para os problemas próprios de um país, nem muito menos uma resposta aos desafios comuns da humanidade".

 

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