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China critica como "farsa" proibição de importações de Xinjiang pelo Reino Unido e Canadá.

Zhao Lijian, porta-voz do Ministério das Relações Exteriores chinês, criticou nesta quarta-feira a Grã-Bretanha e o Canadá por imporem restrições às importações provenientes de Xinjiang, exigindo que ambos corrijam imediatamente suas decisões erradas e parem de interferir nos assuntos internos da China.

As observações de Zhao Lijian foram feitas depois que os dois países supostamente decidiram proibir a importação de mercadorias de Xinjiang, citando o chamado uso de "trabalho forçado".

Expressando a firme oposição da China, Zhao qualificou a medida de "simplesmente uma farsa realizada por um punhado de políticos" sem fatos ou moralidade.

A Grã-Bretanha e o Canadá devem imediatamente revogar suas decisões, parar de interferir nos assuntos internos da China e parar de minar os interesses chineses, alertou Zhao em uma coletiva de imprensa regular, acrescentando que os assuntos de Xinjiang são puramente internos da China e nenhum país tem o direito de interferir.

Certos países, incluindo a Grã-Bretanha, financiaram a fabricação e disseminação de mentiras e rumores, manchando a imagem da China sob o pretexto de direitos humanos e reprimindo as empresas de Xinjiang usando várias medidas, disse o porta-voz. "Isso expôs sua hipocrisia e intenção viciosa de conter o desenvolvimento e o progresso de Xinjiang e interferir nos assuntos internos da China."

Os assuntos de Xinjiang não são sobre direitos humanos, etnia, nem religião, mas anti-terrorismo e anti-secessão, garantiu Zhao.

A China tomará todas as medidas necessárias para salvaguardar seus interesses e dignidade nacionais, bem como sua soberania, segurança e interesses de desenvolvimento, acrescentou.

Xinhua