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Angola trava FMI e opta por moratória chinesa.

Luanda prepara-se para privilegiar uma moratória de três anos para retomar o pagamento da dívida à China, congelando, para já, a sua adesão à iniciativa idêntica que está em cima da mesa do G20 (o grupo das maiores economias mundiais), soube o Expresso junto de uma fonte da presidência angolana. Esta posição ficou bem vincada em reunião recente do Conselho de Ministros, em que, pela primeira vez, o Presidente angolano, João Lourenço, manifestou dúvidas sobre a atuação do Fundo Monetário Internacional (FMI) no país. Nessa reunião, Lourenço deixou clara a sua oposição à proposta do FMI, que pretendia ver Angola abdicar da moratória ao pagamento da dívida chinesa a favor exclusivamente da iniciativa do G20.

“O Presidente foi categórico ao bater o pé, porque terá pressentido que se não seguirmos um caminho diferente do que nos está a querer encurralar o FMI, acabaremos por ser vítimas do seu resgate, e isso seria o fim”, revelou ao Expresso fonte governamental. Para um diplomata ocidental, João Lourenço esteve certo na sua decisão perante um grupo de países que tem manifestado muito pouco interesse em apostar em Angola.

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