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Diversificação da economia angolana conta com o apoio da China.

O director-geral da agência de promoção de intercambio internacional “Lookwe”, Xu Yun Zu, afirmou, quarta-feira, em Beijing, que Angola pode sempre contar com o apoio das instituições chinesas na busca de investidores deste país para diversificar a sua economia. Aspectos como o ambiente de negócios e oportunidades de investimento existentes em vários sectores da economia constam na edição especial da revista que comemora os 45º aniversário da Independência Nacional.

A editora-chefe da revista, Wang Yan, apresenta Angola como "país com muitas potencialidades turísticas e aberto ao investimento privado”. "Este mês celebra-se o 45º  aniversário da Independência Nacional da República de Angola, um país que, desde 2017, entrou numa nova era caracterizada por mudanças e reajustamento de alguns de seus instrumentos jurídicos, no intuito de melhorar o ambiente de negócios e encorajar o investimento privado”, lê-se na nota de abertura assinada por Wang Yan.

A publicação, que se dedica à promoção do intercâmbio e a cooperação entre a China e outros países, sobretudo nos campos da economia, comércio, investimento, cultura e turismo, refere, também, que "Angola deu passos significativos em termos de construção de infra-estruturas” e "atracção turística”. O país, sublinha, tem reservas naturais, monumentos e locais que registam a história, em geral, e a trajectória da luta pela independência nacional, em particular. 

Na revista, o embaixador de Angola na China, João dos Santos Neto, destaca o facto de os dois países estarem engajados na melhoria da qualidade da cooperação bilateral, tendo sempre em conta que as "potencialidades de cada um se complementam”. O diplomata sublinha que Angola, que tem envidado esforços para facilitar o investimento directo, adoptou um quadro jurídico atractivo que assegura um ambiente propício de negócios. Ainda no âmbito das reformas em curso, diz, foram introduzidas melhorias significativas nas instituições para serem "fortes e fiáveis”.

Ler artigo completo em: Jornal de Angola