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Empresas da UE vendem à China tecnologia de vigilância.

alerta baseia-se numa investigação da organização de defesa dos direitos humanos, divulgada hoje por ocasião da reunião prevista para terça-feira em Bruxelas de representantes das três instituições europeias -- Parlamento Europeu, Comissão e Conselho (presidência) - sobre uma revisão das regras aplicadas às exportações da União Europeia (UE). 

Três empresas europeias, com sede em França, na Suécia e na Holanda, "venderam sistemas de vigilância digital, como tecnologia de reconhecimento facial e sistemas de câmaras em rede, para os principais intervenientes do aparelho de vigilância em massa chinês".

A Alemanha, que exerce atualmente a presidência do Conselho Europeu, e a Holanda, têm defendido a necessidade de reforçar essas regras contra a tecnologia, mas a questão não foi até agora resolvida no quadro europeu.

 

Ler artigo completo em: Notícias ao Minuto

UE diverge dos EUA e não vê na China ameaça à paz global.

"Os EUA estão a procurar atrair a UE para a sua esfera, mas a União, e de acordo com Josep Borrell, parte do princípio de que a China é um rival da União mas não é uma ameaça à paz global", indicou o major-general, numa referência ao Alto Representante da União Europeia para a Política Externa e de Segurança. 

Na perspetiva do investigador -- que publicou recentemente o livro "Do fim da Guerra Fria a Trump e à Covid-19. As promessas traídas da ordem liberal", uma compilação de cerca de 70 artigos em jornais, revistas e blogues, desde o fim da Guerra Fria até 2020 --, a UE está a procurar seguir o seu próprio caminho.

"Josep Borrell tem defendido que o relacionamento da UE com a China deve basear-se numa estratégia que aposte na reciprocidade e na firmeza negocial, em vez de ser numa estratégia confrontacional. E é aqui que está a grande diferença entre a UE e o posicionamento dos Estados Unidos".

Neste contexto salientou que no plano da competição EUA-China, Bruxelas também regista uma posição diferente da NATO "que é mais a posição dos Estados Unidos, o país que determina a agenda da Aliança". E precisa: "Borrell reconhece a crescente importância da Ásia e quando se refere à 'chegada do século asiático' terá percebido que se tem de ter em conta esse elemento no quadro geoestratégico, que não existia há 20 anos. E também percebeu que o ocidente não pode definir unilateralmente os interesses da agenda global, como tem feito até agora". 

"Os adversários dos EUA não são necessariamente os adversários da Europa. A Europa deve ter a sua própria agenda quando se relaciona com outras potências, tendo em conta as suas características e interesses", sublinhou.

Um "reposicionamento estratégico" que poderá permitir aos europeus "defender os seus próprios interesses e desempenhar um papel de estabilização" nas grandes relações de poder.

 

Ler artigo completo em: Notícias ao Minuto

 

 

Quais são as perspectivas de um acordo climático UE-China?

A última Cimeira UE-China em Junho não terminou da forma típica - com uma declaração conjunta e a renovação da extensa agenda de cooperação - mas antes com dois relatórios de imprensa com ênfases marcadamente diferentes. A reunião incorporou a nova abordagem tripartite europeia para a China como um parceiro de negociação, um competidor econômico e um rival sistêmico; enquanto o interrogatório do lado chinês enfatizou o potencial para cooperação.

Após o crescente escrutínio público sobre as relações UE-China, o público europeu teme a cooperação, a menos que beneficie claramente os interesses centrais europeus. Isso se aplica às negociações comerciais em andamento e em todas as áreas de cooperação internacional, incluindo as mudanças climáticas.

Apesar das tensões em curso, tanto a UE como a China têm certeza de que é essencial manter o diálogo. Como atual presidente da UE, a Alemanha continua interessada em uma reunião entre o presidente da China, Xi Jinping, e os 27 chefes de governo da UE no final do ano. Além disso, o ministro das Relações Exteriores da China enfatizou a necessidade de cooperar com a UE no multilateralismo durante sua recente viagem pela Europa por cinco países. O desafio para a cooperação permanece, no entanto, com Bruxelas não mais pensando que Pequim compartilha a mesma abordagem ao multilateralismo.

 

Ler artigo completo em: China Dialogue

Quais são as perspectivas de um acordo climático UE-China?

A última Cimeira UE-China em Junho não terminou da forma típica - com uma declaração conjunta e a renovação da extensa agenda de cooperação - mas antes com dois relatórios de imprensa com ênfases marcadamente diferentes. A reunião incorporou a nova abordagem tripartite europeia para a China como um parceiro de negociação, um competidor econômico e um rival sistêmico; enquanto o interrogatório do lado chinês enfatizou o potencial para cooperação.

Após o crescente escrutínio público sobre as relações UE-China, o público europeu teme a cooperação, a menos que beneficie claramente os interesses centrais europeus. Isso se aplica às negociações comerciais em andamento e em todas as áreas de cooperação internacional, incluindo as mudanças climáticas.

Apesar das tensões em curso, tanto a UE como a China têm certeza de que é essencial manter o diálogo. Como atual presidente da UE, a Alemanha continua interessada em uma reunião entre o presidente da China, Xi Jinping, e os 27 chefes de governo da UE no final do ano. Além disso, o ministro das Relações Exteriores da China enfatizou a necessidade de cooperar com a UE no multilateralismo durante sua recente viagem pela Europa por cinco países. O desafio para a cooperação permanece, no entanto, com Bruxelas não mais pensando que Pequim compartilha a mesma abordagem ao multilateralismo.

 

Ler artigo completo em: China Dialogue

UE retoma diálogo com a China, mas não insiste nos temas polémicos.

A União Europeia não deixou de ver na China um parceiro negocial, um concorrente económico e um rival sistémico, e por isso, não vai mudar de abordagem, ou de estratégia, no seu relacionamento com Pequim, garantiram fontes diplomáticas europeias antes da reunião dos dirigentes da União Europeia e da China. “A postura de Bruxelas continua a mesma: cooperação quando possível e firmeza quando necessário”, vincou um responsável envolvido na preparação do encontro.

 

Ler artigo completo em: Público

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