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Novo acordo comercial UE-China ilustra más escolhas do Reino Unido.

O Conselho Europeu e a missão diplomática da China na União Europeia anunciaram que um acordo comercial bilateral sobre "indicações geográficas" foi assinado entre os dois mega mercados, que se refere à proteção da propriedade intelectual de produtos de origem geográfica específica. Acordo descrito pelo Conselho da UE como "o primeiro acordo comercial significativo e assinado entre a UE e a China".

Ao mesmo tempo, o acordo surgiu quando o secretário de Estado dos EUA, Mike Pompeo, chegou ao Reino Unido para pressionar Londres a adotar uma linha mais dura com a China. 

O contraste não poderia ser mais surpreendente, nem poderia ser uma expressão mais condenadora dos atuais problemas geopolíticos do Reino Unido.

À medida que a Europa e a China fazem progresso econômico, o Reino Unido conseguiu se alienar desses dois enormes mercados e fica em dívida com o governo Trump. O Reino Unido adotou uma política externa dogmática, enquanto a Europa adotou uma política pragmática. O contraste não poderia ser maior.

A União Europeia evitou coletivamente seguir um curso de colisão contra a China, apesar da pressão dos Estados Unidos e de seus think tanks financiados no continente, determinados a fazê-lo.

 

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