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Empresas da UE vendem à China tecnologia de vigilância.

alerta baseia-se numa investigação da organização de defesa dos direitos humanos, divulgada hoje por ocasião da reunião prevista para terça-feira em Bruxelas de representantes das três instituições europeias -- Parlamento Europeu, Comissão e Conselho (presidência) - sobre uma revisão das regras aplicadas às exportações da União Europeia (UE). 

Três empresas europeias, com sede em França, na Suécia e na Holanda, "venderam sistemas de vigilância digital, como tecnologia de reconhecimento facial e sistemas de câmaras em rede, para os principais intervenientes do aparelho de vigilância em massa chinês".

A Alemanha, que exerce atualmente a presidência do Conselho Europeu, e a Holanda, têm defendido a necessidade de reforçar essas regras contra a tecnologia, mas a questão não foi até agora resolvida no quadro europeu.

 

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