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NATO rejeita ver China como inimigo, mas ascensão chinesa está a alterar equilíbrio de poder.

O secretário-geral do Organização do Tratado do Atlântico Norte (NATO, sigla inglesa), Jens Stoltenberg, afirmou que "a  NATO não vê a China como o novo inimigo ou adversário, mas vemos que a ascensão da China está a alterar fundamentalmente o equilíbrio global do poder”. Falando a partir de Bruxelas no evento digital organizado pelo Atlantic Council e pelo German Marshall Fund, Jens Stoltenberg vincou que os 30 aliados da NATO devem “permanecer fortes militarmente, mas mais unidos politicamente e ter uma abordagem global mais ampla”.

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