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China não pretende superar os EUA, nem evita a concorrência

A porta-voz do Ministério das Relações Exteriores da China, Hua Chunying, disse na conferência de imprensa regular realizada no dia 11 que, há algum tempo, especialmente desde a última administração dos EUA, Washington tem tentado de todas as maneiras possíveis envolver-se em ameaças de força, isolamento político, sanções económicas e bloqueio tecnológico contra a China, além de interferir nos assuntos internos chineses como os de Hong Kong, Taiwan e Xinjiang. Tais práticas não são legais nem morais, e no final não serão sucedidas e acabarão por prejudicar os interesses dos Estados Unidos e do povo estadunidense.

Hua Chunying salientou que o plano estratégico da China sempre foi aberto e transparente para o mundo, e nunca teve como objetivo superar os Estados Unidos. Porém, o país esforça-se constantemente para tornar a China numa China melhor, para que o povo chinês possa viver uma vida cada vez melhor. Como sendo as duas maiores economias do mundo com interesses altamente integrados, a China e os Estados Unidos devem defender uma cooperação mutuamente benéfica e vantajosa para ambas as partes. Se houver concorrência, a China não se esquivará dela. No entanto, a concorrência deve ser justa e equitativa, e as regras do mercado devem ser respeitadas, em vez de usar o poder para impedir que outros países tenham direito legítimo ao desenvolvimento.

CRI