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Revista “The Economist” diz que países ocidentais tomam cautela em juntar-se aos EUA no esforço de Guerra Fria contra a China

A revista The Economist, com sede em Londres, disse recentemente que os países ocidentais estão “cautelosos” em aderir a uma coligação liderada pelos Estados Unidos em esforço a uma Guerra Fria para conter a ascensão da China.

Citando um diplomata em Beijing, o The Economist disse que “países como Grã-Bretanha, França e Alemanha estão perto de aceitar a inevitabilidade da ascensão da China e, portanto, estão fora de alinhamento com os Estados Unidos.”

“Muitas democracias ocidentais são rebeldes e desconfiadas, especialmente depois de quatro anos de piora nas relações com Trump”, segundo o artigo.

O artigo diz também que os países europeus e asiáticos “têm medo de se juntar aos Estados Unidos em qualquer coisa que se assemelhe a um esforço de uma guerra fria” para conter a ascensão da China, especialmente se isso prejudicar as relações comerciais lucrativas.

O relatório observou que o presidente francês Emmanuel Macron disse, este ano, que seria contraproducente para as potências ocidentais “se unirem contra a China.”

A chanceler alemã, Angela Merkel, também se manifestou contra a “construção de blocos”, segundo o artigo.

O artigo também destacou a desunião entre os membros da UE, bem como da aliança de inteligência Five Eyes, que consiste nos Estados Unidos, Grã-Bretanha, Canadá, Austrália e Nova Zelândia, em relação à China.

Países como a Grécia têm laços de investimento estreitos com a China, disse o artigo.

Salienta de igual forma que, nas últimas semanas, o governo da Nova Zelândia se declarou desconfortável com as declarações geopolíticas do pacto de compartilhamento de inteligência.

XINHUA PORTUGUÊS