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Associações chinesas assinalam riscos de moeda virtual

As associações industriais chinesas de finanças da internet, bancos e pagamento e liquidação emitiram, na terça-feira, avisos contra os riscos das moedas virtuais.

Os avisos vieram em meio a rodadas de casos de altos e baixos de ativos, pedindo que as instituições e consumidores se afastem de cyber tokens.

De acordo com a declaração das três organizações, os membros de instituições financeiras, entidades de pagamento e outras agências não devem usar moedas virtuais para fixar preços de produtos e serviços. Além disso, as empresas de plataformas de internet não devem fornecer serviços para as atividades de negócio relacionadas com moedas virtuais.

Também se proíbe subscrever negócios de seguro relacionados com moedas virtuais nem se pode levar moedas virtuais na cobertura de liabilidade de seguros.

A declaração adverte aos consumidores que as moedas virtuais não têm valor básico verdadeiro e que os seus preços podem ser facilmente manipulados. Há múltiplos riscos nas atividades de comércio especulativo relevantes que se escondem sob a forma de ativos falsos e falhas de negócio.

Os consumidores devem proteger as suas contas bancárias pessoais e não utilizá-las nas operações de como abrir ou fechar as contas de moeda virtual. Os consumidores devem proteger-se contra o uso ilegal e a revelação de informações pessoais.

As moedas virtuais, um tipo de mercadoria virtual, não são emitidas pelas autoridades monetárias. Não têm atributos fiscais como compensação legal. Não podem e nem devem circular com uma moeda verdadeira.

O Banco Popular da China, o banco central do país e outros departamentos emitiram vários documentos para controlar os riscos pela especulação das moedas virtuais.

XINHUA PORTUGUÊS