ptzh-CNen

Universidade brasileira acolhe primeira Semana da China

O Directório Académico de Relações Internacionais do Centro Universitário de Brasília, no Brasil, está a organizar pela primeira vez uma Semana da China, que começou a 12 de Setembro e termina no domingo.

O evento, em parceira com a Embaixada da China no Brasil, inclui palestras e filmes chineses transmitidos de forma gratuita através da Internet.

Hoje haverá uma palestra sobre o sistema político da China, com intervenções de Wang Jie, Adido Civil para Assuntos Políticos da Embaixada chinesa, e de Paulo Menechelli, Director de Pesquisa da Academia Observa China.

Amanhã, uma palestra irá discutir as oportunidades para estudar na China, um tema abordado por Shu Jianping, Ministro Conselheiro de Cultura e Turismo da Embaixada chinesa, e por Wagner Lacerda Dantas, aluno da Universidade de Hubei.

No sábado, Liao Si e Lucas Brandt, co-fundadores da start-up brasileira Pula Muralha, dedicada a cursos online de ensino de mandarim, vão falar sobre os jovens na China.

Fórum Macau

Partido Comunista da China informa que espera ‘estabilidade’ do Brasil

Qu Yuhui, ministro-conselheiro e porta-voz da embaixada da China em Brasília, mandou um recado para o Brasil. “Como amigos, esperamos que o país manutenção a estabilidade e o contínuo desenvolvimento”, destacado, em entrevista ao jornal Folha de S.Paulo, publicada nesta quarta-feira, 15.

As falas de Qu Yuhui foram proferidas depois da entrevista coletiva sobre a repercussão dos atos de 7 de Setembro. O diplomata lembrou ainda que o Partido Comunista da China tem US $ 80 bilhões investidos aqui. “A China é um dos principais investidores no Brasil”, disse. “São 40 mil empregos diretos.”

O representante chinês comentou como declaração do comerciante Donald Trump Jr. segundo as quais a China quer manipular como atualização brasileiras de 2022. “São fantasias absurdas descoladas da realidade, às quais manifestamos veemente objeção”, afirmou, ao pedir o fim de “determinada” contra a China.

Revista Oeste

Exportação de carne bovina brasileira cresce apesar de vetos da China

A média diária de exportações de carne bovina atingiu 12,4 mil toneladas até a segunda semana deste mês, uma disparada de 83,1% em relação ao volume embarcado por dia em setembro de 2020, apesar de uma suspensão de vendas da proteína para a China, dados do governo federal nesta segunda-feira (13).

No dia 4 de setembro, o Ministério da Agricultura confirmou a ocorrência de dois casos atípicos da doença EEB (Encefalopatia Espongiforme Bovina), conhecida como “vaca louca”, no Brasil que causou o embargo aos a partir de então, devido a um protocolo já estabelecido pelo país asiático.

Como produção da proteína na natura do Brasil, no entanto, além de registrar avanço significativo no comparativo anual, também aumentaram em relação à primeira semana do mês, quando a média diária estava em 10,5 mil toneladas, de acordo com a Secex (Secretaria de Comércio Exterior).

O diretor da Scot Consultoria, Alcides Torres, disse que cargas que já estavam no porto prontas para envio, mesmo após a suspensão, foram embarcadas. “O protocolo determinava que os abates de bovinos cuja carne seria encaminhada ao mercado chinês chinês suspensos desde o dia 3 (de setembro), e foram. Não houve descumprimento por parte do Brasil ”, afirmou o especialista.

Com isso, a diretora de consultoria Agrifatto, Lygia Pimentel, disse que cargas de carne bovina saíram do país com destino ao país asiático até o dia 9. Neste contexto, a expectativa é que o real efeito da suspensão de exportações para a China se traduza em números da Secex a partir do levantamento que cálculo do volume embarcado até a terceira semana deste mês, que será divulgado na próxima segunda-feira.

Os integrantes do setor acreditam que as exportações para a China podem ser retomadas ainda neste mês, o visto que os testes realizados pela Organização Internacional de Saúde Animal (OIE, na sigla em inglês) comprovaram que se tratavam de casos atípicos –quando o animal com doença espontâneamente e não há contaminação– mantendo o status sanitário do país e sem riscos para a produção.

 

China.org.br

Xiaomi abre primeira loja no Rio de Janeiro, terceira no Brasil

A fabricante chinesa de telemóveis Xiaomi Corp abriu na semana passada a sua terceira loja no Brasil e a primeira na cidade do Rio de Janeiro, no sul do país, avançou o Xinhua Silk Road.

Segundo o portal da agência noticiosa estatal chinesa Xinhua, a Xiaomi está já a trabalhar na abertura da quarta loja no Brasil, também no Rio de Janeiro, prevista para Novembro.

O Director de Projecto da Xiaomi no Brasil, Luciano Barbosa, citado pela Xinhua Silk Road, sublinhou que as lojas físicas permitem aos consumidores experimentar os telemóveis e os electrodomésticos inteligentes da empresa.

A Xiaomi é a terceira marca de telemóveis mais vendida no Brasil e tem actualmente a maior taxa de crescimento entre as marcas de bens de consumo presentes no país, refere a notícia.

No mês passado, a Xiaomi Brasil anunciou planos para abrir cinco lojas, incluindo nas cidades de Curitiba, Salvador da Bahia e São Paulo.

 Fórum Macau

Associação comercial brasileira vê oportunidades para cooperação com a China

O Brasil quer compartilhar os sucessos científicos e tecnológicos chineses para fortalecer sua competitividade, disse Everton Monezzi, presidente da filial chinesa do Grupo de Líderes Empresariais (LIDE).

O empresário falava à margem da Feira Internacional de Comércio de Serviços, evento apoiado pelo Governo Central da China, que aconteceu durante seis dias, que termina terça-feira.

Os países latino-americanos, incluindo o Brasil, devem aprender com o desenvolvimento econômico, social e tecnológico da China, defendeu Everton Monezzi em entrevista ao China News Service.

A China possui sólidos mecanismos de fortalecimento dos laços econômicos e comerciais, o que dá grande confiança ao investimento estrangeiro, disse o empresário à agência de notícias estatal chinesa.

Everton Monezzi garantiu que o LIDE continuará promovendo a visão da China para o desenvolvimento do país, para ajudar as empresas brasileiras a explorar oportunidades de cooperação bilateral. 

Fórum China-PLP

Mais artigos...