China e Europa devem desempenhar papel orientador na governança climática

2025-02-05

Com Donald Trump iniciando seu segundo mandato como presidente dos Estados Unidos, há grandes preocupações sobre a cooperação global na redução do uso de combustíveis fósseis. Considerando suas ações sobre as mudanças climáticas adotadas durante seu primeiro governo e suas tantas "promessas climáticas prejudiciais", Trump provavelmente continuará agindo da mesma forma nos próximos quatro anos.

 

Sob tal cenário, como participantes relevantes acerca do enfrentamento da crise climática, a China e a Europa desempenham um papel significativo. Primeiro, apesar de vários anos de extensivas discussões sobre o tema, a emissão global de gases de efeito estufa, longe de atingir um pico, continua aumentando. Ao mesmo tempo, as temperaturas globais seguem subindo consideravelmente. Segundo, o orçamento futuro de carbono da comunidade internacional logo será esgotado. De acordo com os dados mais recentes, seja para controlar o aumento da temperatura global desde a industrialização abaixo de 1,5ºC ou abaixo de 2ºC, o orçamento futuro de carbono é limitado. No futuro, mais esforços globais serão necessários para abordar questões climáticas, a fim de garantir que a elevação da temperatura fique abaixo de 2ºC. Terceiro, a China e a Europa são as principais forças que impulsionam a transição verde global, e o apoio a tal processo deve ser firme e irrevogável.

 

Ao considerar o orçamento de carbono, as emissões, o aumento da temperatura e outras questões relacionadas, a eleição de Trump como presidente dos EUA tornou o país uma força não confiável para a gestão climática global, fazendo com que a cooperação entre a China e a União Europeia ganhe uma maior importância e seja absolutamente necessária.

 

CRI

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